quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Com espírito conciliador e habilidade política, Aécio Neves unificou o PSDB, diz reportagem

A revista Istoé desta semana traz reportagem de três páginas sobre a liderança do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG). No texto, a revista destaca que, a partir do momento que Aécio assumiu o comando da legenda, estabeleceu como princípio a conciliação e a habilidade na negociação. Segundo a reportagem, o senador unificou o partido.
Amigo de Aécio há 28 anos, o deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG) disse que para quem o conhece não surpreende as definições mencionadas na reportagem . “O Aécio se prepara para esse momento há quase três décadas. É com muita alegria que o vejo como a liderança preparada para as mudanças que o Brasil precisa”, afirmou ele.
A reportagem ressalta a disposição de Aécio de percorrer o país para ouvir as demandas populares e determinação em enxugar a máquina pública, acabando com o intervencionismo estatal e apresentando um novo projeto de governo .
 “O Brasil que precisa de grandes transformações, mas sem autoritarismo, pois vivemos um novo tempo e há essa consciência. O Aécio é o nome para isso”, destacou Sávio. “O político habilidoso e conciliador que ele [Aécio Neves] é resulta de muito trabalho, a prova disso foi tudo que ele fez em Minas Gerais, quando foi governador.”
Sávio lembrou que Aécio estabeleceu como premissa a meritocracia e a competência para buscar a melhoria dos serviços públicos e da carreira dos funcionários. O deputado federal ressaltou que, a partir das mudanças estabelecidas no governo de Aécio em Minas Gerais, os resultados positivos foram percebidos.

 “A partir do governo de Aécio em Minas, o serviço público aumentou sua qualidade e os servidores se sentiram mais estimulados, acabando com o comodismo, por exemplo”, afirmou Sávio.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Momento de descontração de Aécio Neves em Goiânia durante encontro do PSDB

Durante visita a Goiânia na manhã da última sexta-feira, quando participou do Encontro Regional do Centro-Oeste, realizado pelo PSDB, no Clube Jaó, o presidente nacional da sigla e pré-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), fez duras críticas ao governo Dilma e defendeu um novo projeto de governo.
“Um projeto mais ético, um projeto mais eficiente do ponto de vista da gestão pública e, sobretudo, um projeto onde a gestão da economia seja feita com eficiência, com tolerância zero com a inflação, com transparência nos dados fiscais. O Brasil precisa iniciar um novo ciclo, onde eficiência e ética possam caminhar juntas.”

Apesar da alta temperatura política em torno do evento, o presidenciável tucano achou tempo para descontração durante encontro com jornalistas e mandou bem se fazendo de repórter fotográfico.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Aécio Neves compara PT à Software pirata

O senador tucano classificou o PT como um "software pirata" do PSDB por adotar medidas e programas iniciados no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). "Esse aprendizado do PT no governo tem prejudicado o Brasil. Temos um software pirata em execução no Brasil, precisamos voltar ao software original e o PT só acerta quando copia a agenda do PSDB", disse Aécio, que participou de palestra no Sindicato da Construção - Secovi, em São Paulo (SP).
Aécio disse que o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quando assumiu o governo, acertou ao manter os pilares do tripé macroeconômico intocáveis. Ele voltou a defender o discurso do PSDB de que o Bolsa Família é uma unificação do Bolsa Alimentação e do Bolsa Escola criados no governo tucano. "A partir da metade do segundo mandato o presidente abandonou o Fome Zero e no momento que ele se apropria dos programas de transferência de renda, apesar de ter dito que era uma esmola no segundo turno das eleições e 2002, ele acerta", disse. "Foi correta a unificação da Bolsa Alimentação e Bolsa Escola. Acertou e ampliou um programa do PSDB", completou.
Apesar de elogiar o Bolsa Família, Aécio afirmou que o PT "faz administração diária da pobreza" com o programa. "Precisamos de programas efetivos para o fim da pobreza. O pai não pode deixar de herança para o filho um cartão do Bolsa Família". O senador admitiu que o PSDB "foi covarde em não abordar o Bolsa Família" em campanhas. "O Bolsa Família para nós não é o ponto de chegada, mas o ponto de partida".
Aécio seguiu com as críticas ao PT e afirmou que o governo da presidente Dilma Rousseff adota a agenda de privatizações do governo do PSDB. "Depois de demonizarem por dez anos as privatizações, tratando o setor privado como inimigo, açodadamente, afobadamente se curvam a essa realidade", disse. "Quando o PT segue o receituário do PT, erra. O que tem feito, fazem sem convicção. É melhor que o software pirata dê lugar ao original", repetiu.

Indagado se já adotava um discurso de candidato à sucessão de Dilma, Aécio voltou a desconversar, disse que estava no evento como presidente do PSDB. "Na primeira quinzena de dezembro vai apresentar uma nova agenda, até porque a que está em execução ainda é a do PSDB. Na hora certa teremos um candidato e posso garantir que, até para desalento do nosso adversário, que o PSDB vai estar unido", concluiu.

Aécio Neves critica ministro da Justiça por denúncias contra tucanos

O presidente do PSDB e provável candidato à Presidência em 2014, Aécio Neves, afirmou nesta sexta, 29, que o PT "é useiro e vezeiro de documentos para acusar adversários quando chega campanha". O tucano fez referência às suspeitas de falsificação em documentos enviados pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, à Polícia Federal (PF) nas investigações do cartel no Metrô e na CPTM em São Paulo.
Aécio lembrou os casos dos "aloprados", referência ao escândalo de uso de dossiês por petistas na campanha de 2006 para atingir a candidatura de José Serra (PSDB) ao governo paulista e da quebra de sigilo de Serra durante a campanha eleitoral de 2010. "Lamento a posição do ministro. Não pode permitir que as instituições do Estado estejam a serviço de projeto político. É preocupante a falsificação e vazamento seletivo que colocam nomes de pessoas que tem trajetória política no PSDB", afirmou Aécio ao chegar para uma palestra no Sindicato da Construção Civil, em São Paulo.
"O ministro (Cardozo) está um pouco nervoso com essa questão. Ele não precisa esperar convite para ir ao Congresso se explicar e seria muito mais fácil porque um documento que diz que entregou à PF, dois delegados disseram que eram essa falsificação".
Na quinta, o senador Álvaro Dias já havia dito que houve uma "fraude e uma falsificação visíveis" nos documentos que fazem parte da investigação da Polícia Federal sobre o metrô paulista. Segundo Dias, a missão do ministro deveria ser tentar desmontar a fábrica de dossiês e permitir que a PF faça as apurações não apenas do metrô em São Paulo, mas em Salvador e Porto Alegre.
Cade.

Aécio afirmou ainda que o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Vinícius Carvalho, que também investiga as suspeitas de cartel em São Paulo, "descumpriu preceitos republicanos ao omitir relação com PT", numa referência ao fato de Carvalho ter sido chefe de gabinete do deputado estadual petista Simão Pedro, atualmente secretário de Serviços na cidade de São Paulo. "O presidente do Cade é um presidente sob suspensão por omissão do currículo", disse. "Temos de estar absolutamente atentos com qualquer manipulação".

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Azambuja diz que Aécio Neves está no caminho certo: “Ele tem trazido o partido para perto das pessoas!”

Diversas lideranças do PSDB – MS foram a Goiânia - GO na sexta-feira (22) para o Encontro do Centro-Oeste, com a presença do pré-candidato à presidência da República, Aécio Neves. O presidente do PSDB-MS, deputado estadual Marcio Monteiro, enfatizou a importância de se interiorizar a política, ao mencionar que “o PSDB tem feito isso com maestria”. Para o deputado, o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves (MG), tem liderança suficiente para isso, como vem fazendo nesses Encontros Regionais.
Também presente no evento, o deputado federal Reinaldo Azambuja disse que o Encontro Regional é a forma pela qual o partido se aproxima das pessoas. Segundo ele, eventos como esses “democratizam as decisões. Aécio está no caminho certo, ele tem trazido o partido para perto das pessoas”.
Já o senador Ruben Figueiró disse que o partido está buscando a renovação na política e que este caminho será trilhado por Aécio Neves na presidência. Aécio, por sua vez, durante discurso, mencionou Figueiró dentre personalidades pautadas pela ética, correção e eficiência.
Além das autoridades tucanas sul-mato-grossenses, Mato Grosso do Sul foi representado por delegação de quase cem militantes. Ao cumprimentar o deputado Reinaldo, Aécio Neves também disse que “através dele cumprimento essa presença extremamente maciça da delegação de Mato Grosso do Sul”.
Centro-Oeste
Aécio lembrou que é o Centro-Oeste que sustenta o desenvolvimento de todos os 200 milhões de brasileiros, “pela força da sua gente, pelo trabalho, pela coragem daqueles que migraram pra cá e daqueles que a partir da daqui, nasceram e construíram sua história”. Ele citou ainda a força da agropecuária na região.
Aécio também aproveitou a oportunidade para criticar a falta de investimentos do governo federal no Centro-Oeste brasileiro. “Esta nossa região é talvez dentre todas as regiões do país a que mais precisa de investimento em infraestrutura e em logística. Por aqui passa o Brasil, daqui nasce grande parte da nossa produção”, disse Aécio.
O senador ainda prestou reverência aos homens e mulheres do campo que vêm transformando o país, com novas tecnologias, com inovação e também com respeito ao meio ambiente. “É esse o Brasil que nós precisamos valorizar”, disse o dirigente nacional tucano.

Aécio concluiu o discurso enfatizando que o PSDB precisa voltar a governar o país pela “página belíssima escrita na história do Brasil: da luta pela democracia, da estabilidade [econômica] e da retomada do processo de crescimento”.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Em visita ao RS, Aécio Neves critica políticas econômica e social do governo Dilma

O senador Aécio Neves (PSDB) criticou o governo federal, em visita a Porto Alegre (RS), terra em que a presidente Dilma Rousseff (PT) começou sua carreira política, comparando-o a um “software pirata”, que deveria ser trocado pelo “software original” do PSDB. No estado governado pelo PT, o senador afirmou que os petistas acertaram quando mantiveram o tripé macroeconômico do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário; quando ampliaram os programas de transferência de renda iniciados no governo do PSDB e quando “mesmo que de forma atabalhoada, envergonhada e às pressas” curvaram-se à necessidade de participação do setor privado.

“O que a gente vê no Brasil, hoje, na verdade é um software pirata em execução, porque quando o PT copia aquilo que vem do governo do PSDB, o PT acerta”, afirmou ele, em entrevista depois de palestra a empresários na Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul).
O tucano destacou o respeito pessoal que tem pela presidente Dilma, considerada por ele uma mulher de bem. Contudo, avaliou que a inflação, que está na casa dos 6% devido a preços controlados, pode estourar como uma “tampa de uma panela de pressão” e chegar a 9%. Para ele, a marca final do governo Dilma será “crescimento pífio, inflação alta, descontrole das contas públicas, maquiagem fiscal”, o que tornaria alta a desconfiança da iniciativa privada internacional em relação ao Brasil. “Infelizmente, o governo da presidente Dilma fracassou. Essa é a realidade. Nós não podemos nos contentar com o que está acontecendo e achar que tudo é normal”, avaliou ele.

Aécio frisou que estava cumprindo uma agenda como presidente nacional do PSDB. Sobre sua provável candidatura à Presidência da República, afirmou que pretende apresentar até a primeira quinzena de dezembro um documento que será fruto das viagens que ele têm feito pelo país, “para que recuperemos a confiança na economia brasileira, e a partir daí, a retomada dos investimentos”. O tucano, que esteve em Manaus (AM), afirmou que o país se tornou “um grande cemitério de obras inacabadas”, devido a falta de planejamento.
Segurança

O senador apontou mudanças num eventual governo do PSDB, sugerindo um enfrentamento mais ativo na questão da segurança pública: “Há uma omissão absurda do governo federal nessa matéria, 87% de tudo o que se gasta em segurança pública no Brasil hoje vêm dos cofres estaduais e municipais. Apenas 13% da União. E a União é responsável pelas nossas fronteiras, pelo tráfico de armas, pelo tráfico de drogas. Portanto, a União transfere esta responsabilidade para aqueles que menos têm”.
O senador garantiu que se o seu partido estivesse no governo teria uma relação diferente com municípios e estados, lidando com a saúde de forma diferente. Ele argumenta que há dez anos, quando o PT tomou posse no Planalto, o governo gastava 56% do total de financiamento em saúde pública e que hoje gasta 45%. “Quem paga essa conta? Estados e, principalmente, os municípios, que são os que estão hoje em situação pré-falimentar”, disse.
Afago no PMDB


Aécio Neves aproveitou a viagem a Porto Alegre e acompanhado de um comitiva de deputados e prefeitos tucanos da região, fez uma visita à casa do senador Pedro Simon (PMDB-RS) para um aceno ao partido do vice-presidente Michel Temer. O apoio do PMDB, o maior aliado nacional do governo Dilma, no Rio Grande do Sul é disputado pelo PSDB de Aécio e pelo PSB de Eduardo Campos. "Aécio é um grande companheiro, digno, correto e sério", disse o senador peemedebista. Para ele, ainda é "muito cedo" para definir qualquer aliança para as eleições do ano que vem.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Aécio Neves fala sobre seu papel nas eleições de 2014

Em entrevista à imprensa, Aécio Neves, que é também presidente nacional do PSDB, destacou que embora esteja disposto a desempenhar o papel designado pelo partido, ainda não sabe quem disputará a presidência em 2014.

"As coisas na política acontecem naturalmente. Há um sentimento de uma parcela do partido nessa direção, mas como presidente central do partido, queremos apresentar ao Brasil uma nova agenda que vá ao encontro da ética e da eficiência, mas cumprirei o papel que meu partido determinar, mas cada vez mais me convenço da importância de um novo ciclo", justificou.
Indagado, Aécio Neves enfatizou também que não há data ou especulações para apresentação do candidato do partido. "A data da política não segue o calendário normal, mas a unidade do partido foi apresentada aqui neste evento", acrescentou.

A ausência de José Serra - que também tenta emplacar uma candidatura presidencial pelo PSDB - foi compensada pelo envio de uma mensagem a Aécio Neves, dada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin. "Ele me chamou para um café no fim de semana e pediu que eu transmitisse integral apoio ao evento promovido por Aécio Neves", disse Alckmin.

O que também foi comentado por Fernando Henrique Cardoso. "Fico satisfeito de ver essa unidade do partido e progressivamente será total. Acho que daqui por diante não temos mais que pergunta se o PSDB está junto, está mais que unido", completou.
Mensalão

Questionado sobre as prisões de petistas condenados no mensalão, entre eles, o ex-presidente do PT José Genoíno e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, Aécio Neves defendeu que não há comemorações. "Ninguém comemora prisões ou sofrimento de quem quer que seja, por mais adversário que seja no campo político, mas há um sentimento de impunidade no país. Este julgamento deve servir de exemplo para todos os outros no Brasil", pontuou.


Para ele, as prisões não foram políticas, conforme disse o petista Rui Falcão. "Como presidente nacional do PSDB, lamento que o PT tenha confundido uma decisão da Suprema Corte brasileira com uma ação política. A prisão dos condenados no escândalo do mensalão foi feita com base em provas contundentes", acrescentou.