segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Serra decide que fica no PSDB após reunião com Aécio Neves

O ex-governador de São Paulo José Serra decidiu ficar no PSDB após reunião com o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do partido e pré candidato para as eleições presidenciais de 2014..
Depois de passar as últimas semanas avaliando as opções de permanecer na legenda da qual foi fundador ou migrar para o PPS e se candidatar à Presidência da República em 2014, o tucano preferiu a primeira opção.
Serra e Aecio Neves se reuniram na tarde desta segunda-feira (30), num apartamento na região dos Jardins, zona sul da capital paulista, e conversaram sobre o espaço que o ex-governador pode ter dentro do partido. A expectativa é que Serra anuncie a decisão nesta terça-feira (1°). O partido deve se pronunciar em seguida.
Em conversas com pessoas próximas nos últimos dias, Serra avaliou que a migração para o PPS seria uma "aventura", considerando a falta de alianças nos Estados, o pouco tempo que o partido tem para fazer propaganda na TV e as dificuldades que Serra teria para financiar uma campanha presidencial nessas condições.
O PPS é o único partido político que se mostrou disposto a abrir espaço para Serra disputar a Presidência nas eleições do ano que vem.

Ficando no PSDB, Serra poderá se candidatar a deputado federal ou a senador. Se quiser insistir em se candidatar à Presidência, terá que enfrentar uma disputa interna com Aécio. Como o senador mineiro hoje tem o controle do partido, as chances de Serra seriam mínimas.

sábado, 5 de outubro de 2013

Aecio Neves é apontado em pesquisa como oposicionista com melhores chances em 2014



Segundo pesquisa Ibope, divulgada recentemente o senador tucano, Aécio Neves, que vem de uma família com vasta biografia na política, foi apontado como o candidato oposicionista com as melhores chances para disputar as eleições presidenciais em 2014.  A pesquisa trouxe dois importantes dados talvez relegados ao segundo plano pela recuperação da popularidade de Dilma, mas que são fundamentais para se enxergar a real situação das pré-candidaturas de oposição.
O primeiro dele confirma que Aécio Neves é o pré-candidato da oposição com melhores condições de crescimento. O senador mineiro é o nome oposicionista com menor rejeição, principal fator que deve ser analisado quando se tenta projetar o potencial de crescimento de uma candidatura.
Já Serra é o campeão de rejeição com 47%. Já Marina e Eduardo Campos (PSB) tem 36%. Todos piores do que Aécio Neves (35%), que se igual à Dilma Rousseff.
O segundo fator importantíssimo para se ler as pré-candidaturas de oposição em 2014 é a consulta feita pelo Ibope levando-se em conta a citação espontânea dos eleitores. Nela, Aécio Neves já é o candidato oposicionista mais citado. Fica à frente, inclusive, de Marina e Serra, que já tiveram a oportunidade e a visibilidade de uma eleição presidencial.
Ainda ontem o senador mineiro, Aecio Neves, que conta com 30 anos de política em sua biografia, ainda falou ontem em discurso que acredita em uma nova página na história do Distrito Federal. No discurso, Aécio disse que o ingresso de Pitiman e de mais 32 pré-candidatos de diversas siglas nos quadros do PSDB representa um passo importante para o fortalecimento do partido em âmbito regional e nacional.
“Estamos iniciando corretamente uma caminhada, que não é de um nome, não é de um grupo. É de um projeto. Nada mais importante para o início dessa caminhada do que nós termos na capital, no coração do Brasil, uma mensagem clara que respeite valores e que demonstre à população de Brasília, tão cansada de desilusões sucessivas, que é possível escrever uma nova página”, afirmou.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Lula se revezará com Dilma nos palanques em 2014 contra Aécio Neves

Depois de dizer que está "no jogo", o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou que será um caixeiro viajante para reeleger sua sucessora, Dilma Rousseff. "Quero ser a metamorfose ambulante da Dilma", afirmou ele, em entrevista aos jornais do Grupo Diários Associados, que circulam na capital federal.
A cúpula do PT só aguarda a definição do quadro partidário, nesta semana, para montar uma agenda de viagens para Lula. Pela lei, o prazo de filiação para quem quiser disputar a eleição do ano que vem termina no sábado, 5. Lula não ficará na coordenação da campanha de Dilma, mas deixou claro o que todos já sabiam no meio político: pedirá votos para a presidente, muitas vezes se revezando com ela nos palanques.
"Eu vou percorrer o Brasil como se eu fosse candidato", afirmou Lula. "Se ela não puder ir para o comício num determinado dia, eu vou no lugar dela. Se ela for para o Sul, eu vou para o Norte. Se ela for para o Nordeste, eu vou para o Sudeste. A única coisa que eu não vou fazer é cantar, porque sou desafinado, mas, no resto, ela pode contar comigo."
A estratégia do "revezamento" já foi usada por Lula no fim da campanha de 2010, quando ele lançou Dilma à Presidência. Essa "divisão de tarefas" sempre foi defendida pelo marqueteiro João Santana como forma de multiplicar a propaganda petista.
Na entrevista, o ex-presidente também avisou que não aceitará divisões no PT em relação a Dilma, enterrando de vez o "Volta Lula", entoado por setores do partido. "Se houver alguém que se diz lulista, e não dilmista, eu o dispenso de ser lulista", insistiu. "Eu não estou pedindo que as pessoas gostem dela. Eu quero que as pessoas a respeitem na função institucional e saibam que o PT está lá para apoiá-la."
Campos e Aecio Neves. Na avaliação de Lula, o PT e integrantes do governo erraram ao empurrar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), para fora da base aliada. "Foi um prejuízo para a gente ter o PSB, e sobretudo o Eduardo, do outro lado", disse o ex-presidente. Mesmo assim, ele afirmou não dar "de barato" que Campos - presidente do PSB - dispute o Palácio do Planalto com Dilma, no ano que vem.
"Eu não dou de barato que as coisas estão definidas na eleição. Nem para o Eduardo Campos ser candidato nem para o Aécio Neves ser candidato. Sabe-se lá o que o (José) Serra vai tramar contra o Aécio Neves?", argumentou Lula.
O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, é o pré-candidato tucano à sucessão de Dilma, mas dirigentes petistas acham que o ex-governador José Serra (PSDB) poderá desbancá-lo do posto. O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), ainda nutre esperanças na saída de Serra do PSDB. Freire quer dar legenda a Serra para que ele possa novamente concorrer ao Planalto.
Para Lula, a ex-senadora Marina Silva tem o direito de criar um partido, mas precisa assumir que está entrando nesse jogo. "Tem de ter coragem de dizer que é partido, não tem de inventar outro nome, dizer que não é partido, é uma rede. É partido e vai ter deputado, como todo partido", provocou o ex-presidente, numa referência à Rede Sustentabilidade, como Marina batizou a sigla que pretende criar.
Marina foi ministra do Meio Ambiente do governo Lula e deixou o cargo em maio de 2008, após desentendimentos com Dilma, que então era chefe da Casa Civil.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

No Paraná, Aécio Neves diz que a presidente precisa governar ao invés fazer "marketing"

O senador Aécio Neves (PSDB) criticou o governo federal nesta sexta-feira, 27, durante entrevista coletiva em Curitiba (PR), na abertura do encontro regional do PSDB no Sul. Acompanhado do governador Beto Richa e de outros líderes partidários, Aécio disse que a presidente Dilma precisa governar ao invés fazer "marketing".
Questionado sobre os números da pesquisa Ibope que o apontam como terceiro colocado, atrás da presidente e de Marina Silva, ainda sem partido, o pré candidato para 2014 pelo PSDB, Aecio Neves alegou ser natural a presidente estar na frente por aparecer a todo o momento na imprensa.
"O dado que me parece relevante é de que 60 a 65% da população brasileira não quer votar na atual presidente da República, mesmo ela tendo uma exposição diária, na mídia, quase com uma lavagem cerebral, nós temos uma candidata a presidente "fulltime", marketing. O que eu percebo é um sentimento que divido com vários companheiros. O candidato que chegar no segundo turno será vitorioso, o ciclo do PT será encerrado."
Em relação aos novos partidos PROS e Solidariedade, Aécio Neves afirmou que não houve nenhum tipo de entendimento com eles, ainda que o partido Solidariedade, comandado pelo ex- deputado federal tucano Fernando Francischini no Paraná, já converse com Beto Richa, candidato à reeleição no Estado. Ele lamentou o que está acontecendo com a Rede, de Marina, que ainda tenta o registro no TSE, e chamou o PT de "truculento", na relação partidária.
"Sempre fomos contra a portabilidade, fomos contra também à cláusula de barreiras, mas o governo federal estimulou a criação, a desidratação dos partidos de oposição e o que nós defendemos é que é preciso que haja a isonomia. A Rede, nós esperamos, possa alcançar os requisitos legais para que possa estar no jogo político. Acho que o País merece ter uma Marina Silva e um Eduardo Campos. O governo parece querer ganhar por WO por causa da truculência que usa, jamais vista no Brasil. A prioridade do PSDB é falar mais com a sociedade brasileira, é mais do que buscar alianças partidárias", disse.
Aécio também criticou o que ele considera a administração da pobreza pelo PT. "O Pnad/taxa de alfabetismo deixou de cair, a desigualdade estagnou. São dados extremamente preocupantes, um equívoco na interpretação do PT. O PT, ao meu ver, se satisfaz na administração da pobreza e se preocupa pouco na sua superação. Nós não somos contra o Bolsa-Família e no governo do PSDB o Bolsa Família não vai acabar. O Bolsa-Família para o PSDB é um começo, mas para o PT é o ponto final", disse.

Com relação ao mensalão em Minas Gerais, que já teve sua primeira condenação nesta semana, Aecio Neves alegou "não conhecer muito e não ser a pessoa apropriada para comentar".

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Para FHC Aécio Neves está pronto para governar o país

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou ontem, em palestra a empresários em Belo Horizonte, que o senador Aécio Neves, que já conta com 30 anos de dedicação à vida pública em sua biografia tem capacidade de guiar o país e inspira confiança para solucionar os principais problemas brasileiros. Ele citou a educação e a atração de investimentos para a infraestrutura como grandes desafios para o futuro. “O PSDB tem posições mais condizentes com o mundo de hoje do que muitos outros partidos. Não vai fazer sozinho. Tem que ter aliança, tem que ter mais gente, e o Aécio certamente é um líder expressivo nessa direção”, destacou ele. O senador é pré-candidato do PSDB à sucessão no Palácio do Planalto nas eleições de 2014.

Falando para um público de grandes investidores mineiros, o tucano fez uma defesa da abertura do mercado brasileiro, traçando um cenário da política e da economia nacionais e desfiando críticas ao governo federal: “Nosso crescimento é medíocre. Parece que aceitamos que 2% (de elevação do PIB ao ano) está bom. Não está bom”. De acordo com ele, o governo errou ao avaliar que os países do Sul se sairiam melhor da crise econômica mundial. “Os Estados Unidos estão se saindo melhor, porque eles inovaram, principalmente na questão energética”, comparou.

Ainda hoje o senador Aecio Neves, que vem de uma família com vasta biografia na política saudou em Brasília, a filiação do deputado federal Luiz Pitiman ao PSDB-DF, que pela manhã, na sede da Executiva Nacional.

No discurso, Aécio disse que o ingresso de Pitiman e de mais 32 pré-candidatos de diversas siglas nos quadros do PSDB representa um passo importante para o fortalecimento do partido em âmbito regional e nacional.


“Estamos iniciando corretamente uma caminhada, que não é de um nome, não é de um grupo. É de um projeto. Nada mais importante para o início dessa caminhada do que nós termos na capital, no coração do Brasil, uma mensagem clara que respeite valores e que demonstre à população de Brasília, tão cansada de desilusões sucessivas, que é possível escrever uma nova página”, afirmou.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Aécio Neves fala sobre a concessão do Aeroporto de Confins

A revisão das regras para concessão do Aeroporto de Confins é uma nova demonstração do improviso e das instabilidades que marcam o relacionamento do governo federal com o setor privado e, infelizmente, mais uma vez, o povo mineiro é a maior vítima desta errática forma de gestão.
A privatização de Confins é uma necessidade premente para superar os gargalos que atravancam o desenvolvimento de Minas Gerais. Há anos é defendida pelo Estado e reivindicada pelo setor produtivo mineiro, mas, apenas agora, às vésperas de encerrar o terceiro governo do PT, parece que estão se preocupando com a questão - desabafa Aécio Neves.
O novo adiamento mostra que, mais uma vez, o governo federal agiu de forma unilateral, sem o necessário diálogo com os setores envolvidos, sendo, por isso, obrigado agora a rever exigências feitas pela presidente da República um ano atrás.
Um programa de concessões com a envergadura de que o Brasil demanda deveria estar ancorado em regras claras, sólidas e estáveis. No entanto, percebe-se claramente que a base regulatória sobre a qual ele está alicerçado é movediça, para dizer o mínimo.
Minas tem sido especialmente prejudicada por este histórico desleixo do governo federal. Já fracassaram este ano as concessões da BR-040 e da BR-116. Há dez dias, foi a vez da BR-262. Agora, soube-se, por intermédio da presidente da República, que todo o programa – estão em Minas mais de um terço dos 7,5 mil quilômetros que serão concedidos – está sob revisão.
Quanto tempo precioso vai se perdendo neste processo, nestas idas e vindas, neste deplorável modelo de gestão baseado no método de tentativa e erro. É um tempo que Minas e o país não podem mais esperar.

Esperamos que o leilão de concessão do Aeroporto de Confins, agora marcado para novembro, traga enfim boas notícias aos mineiros - conclui Aecio Neves.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Aecio Neves opina em discurso de Dilma na ONU


O senador Aecio Neves, já apresenta 30 anos de dedicação à vida pública em sua biografia e ao longo destes anos construiu uma imagem sobre como a política deve ser exercida no Brasil. O mineiro fez uma declaração em relação ao discurso que a presidente Dilma Roussef concedeu na ONU: “O PSDB manifestou seu repúdio aos atos de espionagem tão logo eles foram denunciados pela imprensa. São ações intoleráveis, que agridem a soberania nacional. Mas é preciso que o governo brasileiro assuma sua responsabilidade em relação à defesa cibernética do país, e não trate essa questão sob a ótica do marketing. Menos de 10% do orçamento para o setor este ano foram utilizados, o que demonstra que, apesar do tom grave adotado hoje na ONU, a presidente da República e seu governo deram, até aqui, nenhuma importância a essa questão,”desabafou o senador mineiro,Aécio Neves, que vem de uma família com vasta biografia na política.

Ontem à noite (24) o senador seguiu protagonizando os vídeos do partido. Na propaganda o pré-candidato à Presidência da República,  ressalta a necessidade de mudança de rumo para o Brasil e que o país precisa de um governo que ajude o brasileiro a dar o próximo passo. As peças publicitárias, com duração de 30 segundos cada, podem ser vistas na televisão e ouvidas nas rádios.

Em uma das inserções, Aécio alfineta o governo Dilma Rousseff, afirmando que o povo precisa de um governo que concilie ética com eficiência."Não existe direito mais importante do que o direito a um futuro, direito a melhorar de vida, direito de ver os nossos filhos indo mais longe do que nós fomos, mas para isso acontecer está na hora do Brasil mudar de rumo. A gente precisa de um governo que concilie ética com eficiência. Um governo que respeite você no que você faz", diz o tucano.